SITU: Sistema Integrado de Transporte Urbano.
Foi criado com o intúito de facilitar a vida do cidadão jundiaiense que utiliza transporte público urbano para se locomover, contudo atualmente tem trazido mais transtornos do que alegrias para seus usuários.
Como podem notar no video, as pessoas que utilizam do transporte público dessa cidade passam diariamente por transtornos, irritações e todos os tipos de inconvenientes sem ao menos ter o direito de serem ouvidas.
Isto por que, mesmo ligando para o 156 (Espaço Cidadão: http://www.jundiai.sp.gov.br/PMJSITE/portal.nsf/V03.02/espaco_156?OpenDocument) - "Seu canal direto com a Prefeitura - Para facilitar suas solicitações, ouvir sua opinião e melhorar ainda mais os nossos serviços, você pode ligar para o 156, uma linha direta com a Prefeitura de Jundiaí." - nada acontece para melhorar essa situação. Digo isso por que eu mesmo liguei inúmeras vezes reclamando dessa situação e nada ocorreu.
Jundiaí tem uma das maiores tarifas do Brasil, R$2,65, o que é um absurdo para o tamanho da cidade e para os curtos trajetos que os ônibus fazem, e mesmo assim o serviço é de péssima qualidade.
Os 7 terminais que compõe a estrutura, foram idealizados com o intúito de facilitar, porém o que vemos na verdade é apenas a beleza do sistema, terminais modernos e bem planejados em sua forma para agradar os olhos da burguesia que passa em seus luxuosos veículos bem longe de enfrentar essa situação.
Acredito que o sistema de transporte público urbano de Jundiaí deve ser revisto in totum, desde a reorganização de horários até treinamentos de atendimento ao público aos motoristas, visto estes pensarem estar transportando animais (e na minha opinião, nem animais devem ser transportados dessa maneira).
Como simples cidadã jundiaiense, não posso me propor a efetuar tal reorganização, mas desde já me disponho a acompanhar e auxiliar na idealização, começando por um breve e não longínquo passeio do Sr. Miguel Haddad e seu i. secretário de transportes as linhas Central, Vila Arens, Hortolândia, São Camilo, entre outros, nos "horários de pico" para sentirem na pele o que seus eleitores passam e, também, já pensarem como deverão iniciar essa mudança.
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